IMAGEM: Benjamin Reis/Viva Covilhã

Mobilidade: novo plano da Covilhã vai à Assembleia

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Proposta foi aprovada pelos vereadores na sexta-feira (7)

A Assembleia Municipal da Covilhã deve discutir ainda neste mês, o novo plano de mobilidade do concelho. A proposta, que recebeu parecer favorável da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT), foi aprovada pelos vereadores em reunião na sexta-feira (7). A intenção é lançar o edital na primavera e ter o novo modelo de transportes no final do verão deste ano.

Na Câmara Municipal, o projeto foi aprovado com voto contrário do vereador Carlos Pinto (DeNovoCovilhã) e uma abstenção do vereador José Luís Adriano (CDS-PP). Pinto criticou o projeto apresentado:

“Misturou o essencial com acessório. O essencial que é o transporte coletivo da Covilhã com coisas como o estacionamento, a gestão dos elevadores. Eu temo que esta iniciativa vá trazer aos cofres do Município custos altíssimos”, declarou.

Já Adriano demonstrou preocupação com as condições de execução do projeto que, segundo ele, podem fazer com que não surjam empresas interessadas no concurso. Ele ressaltou que votou favorável ao projeto em agosto por entender a importância de um novo plano de mobilidade, mas entende que não há garantias de que a proposta apresentada possa ser aplicada.

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Os dois vereadores da oposição ainda criticam as obras das ciclovias, que foram paralisadas e precisaram ser refeitas. Em nome do Executivo, o vereador José Armando Serra dos Reis rebateu as críticas e garantiu que o projeto está em condições para abertura de concurso, sem prejuízos ao Município.

“Fizemos bem o trabalho de tal modo que o senhor diretor-presidente da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT), nesta mesma sala, teceu elogios ao nosso plano, dizendo que era dos mais inovadores, um plano de excelência, digno de ser utilizado nas maiores cidades de Portugal”, afirmou Reis.

Quanto às obras das ciclovias, o Executivo garantiu que houve um erro na execução por parte da empresa e por isso a Câmara mandou reajustar a obra, que deve ficar pronta também na primavera. Segundo o governo, não houve prejuízos financeiros para o poder público com o reajuste que está sendo feito.

 

Pesquisador de media regionais, atua no jornalismo desde 2005. E-mail: web@redevivacidade.com

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